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5 de novembro de 2015

3 de setembro de 2015

Pensamento do dia

Um libertário deve sempre defender a livre circulação de bens, capitais e pessoas.

24 de agosto de 2015

19 de agosto de 2015

O Mercado és Tu

"Os mercados" é uma expressão resultante do pensamento e da propaganda socialista que conseguiu vincular à imagem sinistra dos ricos obesos de smoking e cartola alta, sem coração, que gostam de contemplar as dificuldades dos outros e que a partir de seus escritórios luxuosos, manipulam as cordas da economia mundial como se de uma grande conspiração se tratasse. As grandes corporações, dizem os socialistas, conseguem fazer ajoelhar governos, para ditar as políticas com o único desejo de acumular uma grande riqueza.

16 de agosto de 2015

Os Impostos ao Trabalho em Portugal


Vamos fazer contas. Quanto custa a um empresário criar um posto de trabalho em Portugal? Vamos supor que uma empresa decide criar um posto de trabalho e que dispõe de 1.000,00 euros brutos mensais para pagar ao funcionário, multiplicado por 14 meses. Para simplificar, vamos imaginar que esse trabalhador é solteiro. De acordo com a lei do trabalho, a empresa teria de contribuir para a Segurança Social um 23,75% do salário bruto, ou seja teria que pagar mais 237,50 euros sobre esses 1.000,00 euros. No final do ano o empresário pagaria 14 mil euros (duodécimos) ao empregado e mais 3318 euros à Segurança Social. 



O trabalhador também contribui 11% para a TSU (Taxa Social Única), vê retido o IRS na fonte que neste caso seria 13,5% mais a sobretaxa de IRS. Aos 1.000,00 euros juntamos as taxas e retiramos no total 253,75 euros. Se juntarmos os duodécimos no final as taxas são de 274,90 euros.

Só em impostos entre trabalhador e entidade patronal são 6.616,80 euros por ano que vão para os cofres do Estado. 

Um trabalhador que tem um rendimento bruto de 1.000,00 euros, recebe no final do mês de 746,25 euros. É com este salário que vai consumir, adquirindo bens e serviços e pagando o IVA que sobre eles recai, nas taxas de 6%, 13% e 23%. É também com este salário que paga outros impostos indirectos como as taxas dos combustíveis, imposto automóvel, IMI etc. É difícil contabilizar os impostos indirectos, já que as taxas são diferentes e estão sempre escondidas.

Feitas estas contas, é caso para dizer somos todos funcionários do Estado e que o sector privado sustenta um Estado sobre dimensionado e atrofiado. Portugal a nível de pressão fiscal na OCDE só fica atrás da Turquia e de Espanha. Um salário modesto na Europa é taxado em Portugal como se fosse milionário. 
Pressão Fiscal na OCDE
A questão que se coloca é: se o Estado taxa o tabaco e o álcool para desincentivar o seu consumo, taxando o trabalho não está a desincentivar a sua criação? Taxando 1/3 dum salário modesto não obriga os trabalhadores a ficarem mais pobres? Esse dinheiro não estaria melhor no bolso do trabalhador que saberia melhor o que fazer com o dinheiro do que um grupo de burocratas para a troco nos oferecerem segurança?


Podem fazer a simulação do vosso salário aqui

9 de agosto de 2015

Salário Mínimo e o Mercado de Trabalho


Num mercado livre, a procura sempre será em função do preço: quanto maior o preço, menor a procura. O que é surpreendente para a maioria dos políticos é que essas regras valem igualmente tanto para os preços quanto para os salários. Quando os empregadores avaliam as suas necessidades de capital e de mão de obra, os custos são sempre um factor primordial. Quando o custo de contratar mão-de-obra pouco qualificada aumenta, vários empregos serão destruídos. Apesar de tudo, aumentos do salário mínimo sempre são vistos como um acto de benevolência governamental. Nada poderia estar mais distante da verdade.

3 de agosto de 2015

Que reformas fez Portugal durante esta legislatura?

O programa de ajuste que Portugal levou a cabo baixo o governo de Pedro Passos Coelho ficou marcado, em primeiro lugar, pela trégua que os mercados de dívida pública deram aos governos europeus.

No gráfico abaixo percebe-se como os juros da dívida portuguesa baixaram depois das palavras mágicas de Mario Draghi:


Em segundo lugar, os ajustes aplicados entre 2010 e 2014 incluíram uma progressiva redução do défice público. Se no início do programa o défice era de 11,2% do PIB, em 2014 foi reduzido para 4,5%. Dessa queda, o aumento da receita supôs 3,9 pontos e a redução da despesa o 2,9% restante.
Estes números incluem a contabilização de medidas pontuais de despesa que convém ajustar para evitar distorções. Se fazemos esta correcção, o défice real registado em 2014 foi de 3,3% do PIB, um ganho adicional de 1,2 pontos que vem exclusivamente pela via da redução da despesa pública.
Em 2015 espera-se que o défice caia para os -2,7%. Desta forma,a diferença entre receitas e despesas passou de 2.000 a 5000 milhões de euros nos últimos cinco anos.

31 de julho de 2015

Campanha para o Mises Portugal




Luís Nobre, o Vereador do Urbanismo de Viana que não percebe nada de… Urbanismo



O vereador Luís Nobre da Câmara Municipal de Viana, que agora é arquitecto, concorreu à Câmara de Ponte de Lima e reprovou. Teve uma nota inferior a 10. Uma vergonha.

Está tudo no site de Câmara de Ponte de Lima.

Na acta n.º 5 é tudo explicado. Afinal o vereador não sabe nada das matérias sobre as quais faz despachos e deliberações todos os dias. Assim se explicam obras como a Praia de Afife ou a transformação de uma rotunda em Praça.

23 de julho de 2015

"Senhor José Maria Costa derrube esse Muro!"

Ronald Reagan, carismático presidente dos Estados Unidos durante a década de 80, proferiu uma frase que iria ficar para história: "Senhor Gorbachev derrube esse muro". O muro em questão era o muro de Berlim, que dividia a cidade alemã em duas partes. A ocidente a parte capitalista e a oriente a parte comunista. Gorbachev aceitou a sugestão e em 1989 acedeu ao pedido de Reagan e derrubou o muro. Pouco depois assistiríamos ao colapso e desintegração da União Soviética.




Os comunistas e socialistas adoram muros e cercas. Como criam milhares de pobres todos os anos, precisam de mantê-los fechados para que estes não façam como os capitais e fujam em debandada para países economicamente mais livres. O célebre "Muro da Vergonha" impedia os pobres berlinenses orientais de visitar os seus familiares ocidentais e de experimentar as benesses do sistema capitalista. 

O Senhor José Maria, como não poderia deixar de ser, é um confesso adepto de cercar território (como falei no artigo anterior) e a sua nova invenção é um muro de betão em frente à Praia do Cabedelo. Como todos os vianenses, não sei qual é a função do tal muro nem tampouco conheço o plano de reabilitação das praias do concelho. O presidente da Câmara gosta de nos brindar com surpresas já aprovadas, como foi o caso da Praia Norte.

Julgo que todos os vianenses concordarão comigo se disser que a grande parte das praias não precisava de requalificação ou pelo menos da forma como está a ser efectuada. O que as praias precisavam era de melhores acessos ou quanto muito mais estruturas de apoio à praia como lojas ou bares. Julgo que também todos os frequentadores da praia do Cabedelo, concordarão comigo e dirão que as imediações da Praia estavam bem como estavam.

Mas José Maria é o paladino do urbanismo. Não só repete mais um plano de reabilitação falhado, depois do "Cemitério Balnear de Afife" e da "Meia Estrada da Praia de Carreço", esbanjando o dinheiro dos contribuintes de uma forma chocante. Só José Maria e a sua equipa de arquitectos planeadores é que sabem o que é melhor para as praias da cidade e fazem-no de forma totalmente opaca.

Outro atentado é o timing das obras, usando a desculpa que o governo só libertou os fundos comunitários agora e como urgia estragar a época balnear aos ilusos que usam a praia no verão, José Maria decidiu começar obras em 7 praias do concelho a inícios de Julho.

Por isso, Senhor José Maria Costa derrube esse Muro e ponha a mão na consciência.


20 de julho de 2015

A propaganda interna segundo José Maria Costa

Não, caro leitor vianense, estes outdoors não se encontram numa cidade estrangeira nem tampouco noutra cidade portuguesa. Esta campanha de publicidade encontra-se em Viana do Castelo, perto do Liceu e na estrada da Papanata.
Em marketing quando fazemos uma campanha de publicidade, esta é dirigida a um público alvo. As campanhas não são para toda a gente e se formos descartando hipoteses, eu não consigo chegar a outro público alvo que não sejam os vianenses ou algum turista que já esteja em Viana. Portanto quando o público alvo é quem paga a campanha, podemos chamar-lhe de propaganda ao estilo Goebbels.
Não sei qual era o efeito pretendido, mas qualquer pessoa com mais de dois neurónios, saberia que estes outdoors deviam estar no Porto, Lisboa ou numa qualquer cidade estrangeira. Nem quero falar da ausência de um posto de turismo.
Mais um caso de má administração do dinheiro público.


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