12 de novembro de 2013

Dicky

Desenho a grafite (2002)

Floresta




A minha história infinita contigo


Isso deve ter sido no Verão de 2009, tinha a conhecido por intermédio de um amigo, o Pepe.
Estávamos em Ofir, éramos quatro e elas duas. Não interessava até porque acho que ninguém estava atrás de ninguém. Ela era baixinha, cabelos castanhos longos e brilhantes, sorriso luminoso e uma inocência bastante sensual. Nós estávamos bronzeados, bem vestidos e elas estavam a cair na nossa rede de sedução. A discoteca não estava cheia, dava para dançar. Era isso entre nós, olhares e insinuações. Nada aconteceu, nunca mais a vi... Até um dia no final do verão em que ela estava com o namorado na praia. Cumprimentou-nos com muita alegria, mas ao mesmo tempo com medo da reacção do namorado. 
Eu tinha viagem marcada no fim de Setembro, ia estudar para a Alemanha para ser hospedeiro de bordo e depois trabalharia na Suécia. Aquela noite quente em Ofir seria mais uma para recordar com carinho. Ela era gira, tinha piada chamava-lhe Pakistan. 
Ao vir para o carro alguém lhe tinha dado um pedaço de haxixe a que ela dizia que era Pakistan. Assim ficou.
Dias antes de ir embora para a Alemanha, o Pepe diz-me que ela quer o meu número e o meu msn.
Falou para mim no dia antes de ir embora e desejou tudo de bom e aquelas coisas que se diz a quem vai viajar. Formalidades com um bocadinho de coisas por dizer pelo meio.

Continua...

Amanita Muscaria


Quem nunca se sentiu atraído por este cogumelo? O Amanita Muscaria ou o agário das moscas faz parte da imaginação colectiva por estar presente no jogo Super Mário ou no livro Alice no País das Maravilhas. É conhecido por ser venenoso, mas também pelas suas propriedades psicadélicas. 
O seu uso shamanico ao longo de milénios e está presente em mitos como o Gênesis, a Páscoa, o Pai Natal, Druidas e grande parte do Cristianismo.
Para saberem mais procurem por John Marco Allegro e o seu livro "The Sacred Mushroom and the Cross"

Re-Design minimalista de cartazes de filmes


Ideia genial de Michal Krasnopolski

Descobrem um sistema de purificação de água através de CDs


Aproximadamente 20 mil milhões de CD são feitos a cada ano e aproximadamente 40 mil quilos são atirados ao lixo por mês.
Um cientista descobriu um sistema que usa a superficie do CD para criar óxido de zinco e assim purificar a água contaminada. Este sistema não só dá um uso aos CD's que não queremos, como resolve um problema que afecta 884 milhões de pessoas que é a falta de água potável.


Mais informação: http://bit.ly/1alTVn2

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